Destrua esse Diário e 1 Página de cada vez – Qual a diferença? Qual eu prefiro?

Esses dias descobri um livro novo que me apaixonei logo de cara. A capa me chamou atenção e eu fui dar uma olhadinha com a CERTEZA ABSOLUTA de que não ia comprar de jeito nenhum (tenho dois livros pra terminar e estou procrastinando terrivelmente). Só que na hora que abri e folheei as páginas me veio aquele “mas.. mas..” na cabeça e eu trouxe pra casa. Esse livro é o 1 Página de cada vez, do Adam J. Kurtz.

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A ideia é parecida com DESTRUA ESSE DIÁRIO, tanto que o autor diz que o livro é um diário diferente. Cada página tem uma “missão” diferente e tem algumas que nem missão tem, são apenas páginas em branco, esperando sua criatividade preencher aquele espaço.

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A ideia é, na verdade, fazer uma página por dia e é daí que vem o nome do livro. São 365 tarefas para 365 dias.
Já o Destrua esse diário tem mais a ver com destruição criativa (como o próprio nome diz, hehe).

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Eu acabei abandonando o meu por n motivos. O primeiro é que eu fiquei com uma dó de destruir um livro, o segundo é que tem umas tarefas beeeeem nojentinhas, que eu não ficaria meio “bléh” na hora de fazer. E essas tarefas também fizeram a Rabesh largar o livro dela de lado. De acordo com ela, sobe uma coceira só de tocar no livro de tão nojento que ele está. Poucas são as tarefas “simples”.

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Mesmo tendo comprado o 1 página só alguns dias atrás, eu já criei uma preferência por ele. Além de tudo o autor é um fofo! Algumas das páginas do livro sugerem que você a fotografe e compartilhe na internet com a hashtag #1pagina. E tudo o que você postar sobre
isso o Adam Kurtz curte.

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Estou muito animada pra fazer as próximas páginas. 🙂 Tem mais um livro da mesma autora do Destrua Esse Diário que se chama “Termine Esse Livro” que eu também quero muito fazer, mas agora não dá né?! Se eu comprar mais algum livro antes de terminar os que tenho que ler, eu nunca mais me permito comprar na vida, hahahahaha.

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Para ler: Cidades de Papel

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Fico muito feliz em dizer que agora só falta A Culpa é das Estrelas para eu terminar de ler todos aqueles livros do John Green que eu comprei no começo do ano. A cada livro eu me apaixono mais por ele e por mais impressionante que seja, ACEDE é o que eu menos fiquei animada pra ler. Claro que quando acabar, correrei para a livraria mais próxima e comprarei os dois que faltam (Will e Will e Deixe a neve cair) para eu terminar esse autor. Bom, vamos ao livro:

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O adolescente Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a vara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.

Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo tornou-se um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelindo em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava conhecer.

É uma tortura você ver que todas as pistas não dão em nada, tudo que ela deixou leva a nada. Mas ele não cansa, ele a procura. E cada vez que você acha que finalmente ela será encontrada, ele chega à um lugar vazio. Esse livro me lembrou uma novela. A cada palpite vazio de Q. é como se os créditos subissem e você tivesse que esperar pelo próximo capítulo.. Nada legal..

E a Margo.. ah, essa menina te faz enlouquecer. Quem é ela? Onde ela se meteu? Por que ela sumiu? Até você tenta buscar as respostas, até você tenta ligar as pistas.

Acho que esse livro tem o melhor final até agora. E com o melhor final eu não digo o “e viveram felizes para sempre” porque não é isso que eu espero quando começo a ler. Quero dizer que foi o final mais bem escrito. “Quem é você, Alasca?” é o meu livro preferido, mas o final dele é tão ruim que poderia ter acabado com o meu amor.

Estou devendo o “Best Quotes” do Teorema Katherine, mas eu emprestei o livro pra uma amiga, então acho que vai sair o BQ deste primeiro.

Que livros que vocês andam lendo? Bom, já se preparem que ainda tem mais “para ler’ do JG por aí.. Hahahaha.

beijos

Para ler: O Teorema Katherine

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O blog voltou (mais ou menos, heheh. Ainda estou tentando me organizar completamente e preparar os posts que eu estou devendo desde março e trá lá lá) e eu vim com um dos meus posts favoritos, o para ler. Em fevereiro o livro foi o Quem é você, Alasca? do John Green. O livro de março abril também é dele.. Como falei no meu vídeo sobre livros (aqui), comprei alguns livros desse autor e ainda tenho 2 para terminar.

Bueno, vamos deixar de enrolação e ir ao que interessa: o teorema tão desejado.

 

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Após seu mais recente e traumático pé na bunda – o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine – Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.

Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.

O negócio é o seguinte: o cara já namorou 19 Katherines.. Isso mesmo que vocês leram, DEZENOVE! Dezenove histórias diferentes com dezenove meninas que de igual tinham apenas o nome. Coincidentemente todas essas histórias deram errado e é aí que imagino que, às vezes, esse tio chamado destino só quer rir da nossa cara. Ele acabou de ser largado pela décima nona K. e põe o pé na estrada afim de ir pra qualquer lugar que a tire do pensamento. Acho que ele nunca tivera uma viagem tão engraçada na vida.

É uma história fácil de ser lida, divertida. Um dos livros mais engraçados que já li, acreditem (o pessoal que pega metrô comigo e me via as gargalhas logo de manhã acredita..). E por mais que fórmulas estejam envolvidas nesse rolo todo, juro que vocês, que são brigados com exatas, nem vão se ligar. O que acham de um post de best quotes com este livro também?

Qual será o próximo para ler? Será que vai ser do John Green de novo? Hahahaha.

beijos

Para ler: Quem é você, Alasca?

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Como eu disse no meu novo vídeo (se ainda não assistiu, corre aqui), os livros que apareceram lá e ainda não estavam no blog, apareceriam aqui em breve. E cumprindo o que disse, aqui está um desses livros. A minha história com ele é simples: a Capricho fez um post falando sobre lições que você pode aprender com os livros do John Green e eu, como nunca tinha visto muita coisa sobre os outros livros (além de A Culpa é das Estrelas), decidi dar uma lida.  No fim eu acabei querendo ler todos, me interessei pelas sinopses e assim que passei no shopping, corri pra livraria e já comprei o primeiro.

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Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o “Grande Talvez”. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao “Grande Talvez”.

Foi um livro que me chamou a atenção desde a primeira página e virou um dos meus favoritos antes de eu terminar de ler (li em 3 dias). Me identifiquei com a Alasca em alguns aspectos e talvez por esse motivo eu tenha a chamado de fofa no vídeo (uma auto-defesa involuntária, creio eu.. hahaha). Me emocionei muito, chorei a vida (estou chorando em todos os livros agora. Ninguém merece.) e praticamente vivi os acontecimentos como uma personagem. Recomendo mega!

É isso, minha gente. Como está o carna de vocês? Eu estou viajando e na correria de sai da aula, almoça, vai pra casa, arruma mala, faz lição pra não avacalhar o feriado, dorme (não tão necessário, mas o cansaço foi maior, hehe), se arruma pra viagem, sai correndo e volta porque esqueceu as coisas, acabou nem dando tempo de fazer esse post. Mas ó, esse livro é o de fevereiro, hein?! Bueno, mil beijos, e até a próxima..

Adeus

Para ler: Fazendo meu filme

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Como eu disse no meu post de 101 coisas em 1001 dias, eu quero ler pelo menos um livro por mês. E o de janeiro é o FMF. Na verdade, o Fazendo meu filme, assim como Minha vida fora de série, tem mais de um livro e o que eu li dessa vez foi o quarto (e último). Eu descobri a Paula em 2013 e virei fã. Praticamente devorei as duas séries e agora só me resta reler tudo.

““O destino pode ser cruel, como sua cartomante disse. O amanhã pode não existir, como escrevem os poetas. O mundo pode até acabar, como os cientistas preveem. Mas nada vai ter força para apagar o meu sentimento. Você pode ir para longe, se esconder, sumir. Mas eu vou continuar te amando. Para sempre.” Depois de uma ríspida separação, Fani e Leo agora têm que seguir caminhos diferentes. Porém, as juras de amor feitas no passado deixaram marcas profundas em seus corações, e, mesmo anos depois, eles ainda sentem as consequências daquele trágico dia. Será preciso mais um encontro, para que eles possam finalmente entender o que houve e libertar um ao outro? Ou será que isso devastaria ainda mais o seu destino? Acompanhe os apaixonantes personagens de Fazendo meu filme no livro final da série best-seller que conquistou milhares de leitores e leitoras em todo o Brasil. Não perca o desfecho dessa emocionante história de amor e prepare-se para torcer muito pela nossa querida Fani, nas cenas finais da sua busca pelo merecido final feliz.” (Fazendo Meu Filme 4 – Por Skoob)

Nunca ri, chorei, e me descabelei tanto com um livro. Me identifiquei com as personagens, mas se isso não acontecer com você, com certeza irá se sentir amiga delas. Vai torcer pela felicidade, chorar junto nos tristes acontecimentos e vibrar a cada coisa boa que acontece. Sou apaixonada pelo Léo, e sinto que a Fani é minha melhor amiga. Recomendo muiiiiito! Leiam e se apaixonem também.

É isso! Mil beijos, e até a próxima..

Adeus